Exercícios para Artrose na Coluna Vertebral

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Os exercícios apropriados promovem a redução inflamatória na articulação com artrose, além de fortalecer a musculatura. Artrose também conhecida como Osteoartrite, é uma doença degenerativa das articulações. O que causa essa doença é o desgaste de uma ou mais articulações. O que possibilita o movimento dos ossos uns sobre os outros é a cartilagem, que é basicamente uma membrana fina e elástica que recobre os ossos nos pontos de junção.

Já está mais do que comprovado que a inserção de exercícios físicos no cotidiano de quem tem artrose na coluna (ou até mesmo dores nesta região) é uma das frmas que se tem para não deixar essa doença evoluir.

Então, vou te oferecer um método que traz exercícios simples que não precisam de acessórios, já disponíveis em um sistema on-line. Você pode fazer os exercícios direto do seu Smartphone!  Serão 8 semanas de tratamento.

Como é o Tratamento de 8 semanas?

Exercícios seguros que seu corpo vai assimilar rapidamente, pois são movimentos fisiológicos e naturais.
 
Aproximadamente 15 minutos de exercícios diários, que podem ser feitos em qualquer lugar, na sua casa, trabalho ou viagem.
 
Todos os movimentos utilizam apenas da  gravidade como obstáculo.
 
Vídeos com narração bem didática, ritmo bem tranquilo e pausado, com sinais sonoros que ajudam nas repetições.
 
São 8 semanas de exercícios, cada semana com cerca de 6 exercícios, que serão executados apenas 1 vez por dia.
 
Exercícios simples onde poucas vezes você vai precisar de apoios da parede ou uma cadeira, não necessita de acessórios caros.  
 
Acesso on-line pela Área de Membros HotmartClub, muito utilizada no Brasil, os exercícios ficarão disponíveis para sempre, mesmo depois das 8 Semanas de Exercícios.


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Artrose do ombro é mais comum do que se imagina



De acordo com dados recentes, mais de 10 milhões de brasileiros sofrem a artrose. "A prevalência de artrose é baseada em alguns estudos que apenas avaliaram sintomas. Por isso, a maior parte dos estudos sugere que a artrose é mais prevalente nos joelho e quadris, uma vez que estas articulações causam mais dor nos pacientes com artrose por sustentarem carga. Mas estudos recentes, baseados em radiografias, revelaram que a prevalência da doença no ombro é comparável àquela das articulações de carga", explica Márcio Schiefer, médico ortopedista do Instituto Nacional de Traumato-ortopedia e Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Ombro e Cotovelo.

A artrose é o processo de desgaste da cartilagem articular, que reduz a mobilidade e causa dor durante movimentos e, às vezes, até em repouso. A artrose do ombro, por exemplo, causa redução dos movimentos, levando à dificuldade para realizar tarefas simples, como pentear-se, vestir-se, usar o bolso de trás na calça, dirigir veículos, entre outras. Além disso, os pacientes com artrose do ombro queixam-se de dor, principalmente durante os movimentos articulares, embora também possam sentir em repouso e à noite.

Existem vários fatores que podem causar o problema, e às vezes até uma combinação deles. Atualmente sabe-se que há grande influência genética na predisposição à artrose, além do aspecto genético outros fatores podem favorecer a ocorrência de artrose, como sobrecarga da articulação (excesso de atividades físicas com os membros superiores, seja desportiva ou laborativa); ocorrência de traumatismos prévios; obesidade; instabilidade articular (luxação recidivante); doenças reumatológicas, entre outros.

O diagnóstico nem sempre é simples, já que a dor é gradual. "Além da avaliação clínica feita pelo médico, radiografias são fundamentais no diagnóstico, pois mostram a presença de osteófitos ("bicos"), cistos, deformidade articular e pinçamento da articulação (não há mais espaço entre os ossos - o úmero fica "encostado" na glenoide)", conta Schiefer. Tomografia e ressonância também podem ser utilizadas conforme a necessidade de cada caso.

Normalmente o tratamento da artrose do ombro é conservador, isto é, sem cirurgia, principalmente nas fases iniciais da doença. O tratamento conservador deve incluir medicamentos e fisioterapia. O importante é procurar o médico para saber o curso certo do tratamento.

Atuallização profissional para lidar com a artrose




Talvez a artrose seja uma das doenças mais tratadas dentro da fisioterapia. Cada dia surge, dentro da fisioterapia, novas formas de tratar sintomas, formas de prevenção e cuidados para a artrose.

Geralmente, o fisioterapeuta que trabalha com pessoas portadoras de artrose estão na área de Fisioterapia na Reumatologia, mas não é uma área exclusiva. Por não ser uma área exclusiva, é importante que fisioterapeutas que trabalhem com dores da coluna, restrições de movimentos em articulações e até estiramentos em diferentes partes do corpo estejam atualizados. Os Cds Universitários traz atualização com os Cds de Fisioterapia em várias especialidades.

São alguns fatores que favorecem o aparecimento de uma artrose:

- Fatores genéticos;

- Obesidade;

- Fraturas ou lesões nas articulações;

- Desgaste em movimentos repetitivos, comum na prática de esportes.

Os sintomas de uma artrose vão além de dores, rigidez e dificuldades para movimentação e inchaço. O fisioterapeuta irá orientar para que se evite o desenvolvimento de uma artrose, são alguns cuidados simples, como:

- Manter a postura correta;

- Não carregar muito peso;

- Evitar exercícios repetitivos;

- Beber bastante água;

- Manter alimentação equilibrada.

A atualização profissional do fisioterapeuta é muito importante para o tratamento dessa patologia.

Ácido hialurônico: um tratamento complementar para artrose do joelho

Ácido hialurônico: um tratamento complementar para artrose do joelho

Os efeitos do tratamento incluem redução da ativação de células inflamatórias, analgesia prolongada e estabilização da degradação da matriz cartilaginosa

Por Adriano LeonardiSão Paulo

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A doença cartilaginosa, tanto a traumática aguda, quanto a degenerativa, conhecida aqui no Brasil como artrose é uma doença de origem multifatorial que leva à degeneração da cartilagem articular, afetando todos os componentes da articulação. É um processo lento, progressivo e desabilitante, com alta prevalência na população adulta ativa, ligada a práticas esportivas. Estima-se que cerca de 40% dos indivíduos com mais de 65 anos sofrem de sintomas associados com artrose dos joelhos ou dos quadris. 

As principais opções de tratamento não cirúrgico incluem analgésicos, anti-inflamatórios não hormonais (AINH) corticosteroides orais, drogas modificadoras da doença destacando-se a glicosamina, a condroitina, extrato insaponificável de soja e de abacate e as injeções intra- articulares de corticosteroides e de ácido hialurônico (visco suplementação).

O que é o acido hialurônico?

O acido hialurônico é produzido naturalmente por células da membrana sinovial e, junto a outras moléculas, compõe o  "liquido sinovial ", responsável pela lubrificação e nutrição do tecido cartilaginoso.
A criação do acido hialurônico exógeno (sintético) para a infiltração articular começou nos anos 90. Inicialmente, acreditava-se que seu efeito seria puramente por mecanismo hidráulico. Ou seja, aumentando a superfície de contato cartilaginosa e assim reduzindo se a pressão articular.

euatleta coluna Adriano artrose joelho  (Foto: Getty Images)

Quais seus efeitos na articulação?

Os bons resultados iniciais encorajaram a comunidade científica a estudar melhor o efeito biológico dos produtos e pesquisas publicadas em revistas científicas médicas nos últimos cinco anos mostraram efeito surpreendentes quem incluem:
- Redução da ativação de células inflamatórias responsáveis pelo desencadeamento da cascata inflamatória que causa destruição articular da artrose. 
- Estímulo da produção do próprio  acido hialurônico (endógeno), com melhoria da viscosidade do líquido sinovial.
- Estabilização da degradação da matriz cartilaginosa.
- Estímulo da produção de células cartilaginosas e do colágeno tipo II.
- Ação direta e receptores de dor articular causando analgesia prolongada .

O resultado destes estudos levou a indústria farmacêutica a focar cada vez mais suas linhas de pesquisa na criação de produtos que pudessem melhorar esses efeitos e permanecerem mais tempo na articulação. Recentemente, produtos com concentração aumentada por cm3 e alguns contendo produtos como o manitol .

euatleta corredor na cidade (Foto: Getty Images)
Quem deve ser submetido à visco-suplementação?

A indicação da visco-suplementação varia de paciente para paciente e a composição do produto, pelo grau da lesão cartilaginosa. É importante que além dos exames de imagem, seja feito um teste biomecânico direcionado ao esporte para avaliar a função muscular afetada pela doença pré-existente. 

A visco-suplementação nunca deve ser instituída como terapia única e sim sempre associada a uma boa reabilitação, seguida de fortalecimento e reequilíbrio muscular. Pessoalmente, considero o procedimento como adjuvante à reabilitação tradicional e NUNCA como mono terapia.

Apesar de controverso, alguns médicos do esporte nos EUA, baseados no conceito de que "quem pratica mais esporte, degrada mais cartilagem" realizam o procedimento em atletas profissionais sem queixas no joelho, visando a possível prevenção da artrose.

É importantíssimo que o médico explique muito bem os efeitos desejados da infiltração, possíveis efeitos colaterais e que o paciente tenha sempre em mãos o nome do produto utilizado na infiltração. Infelizmente, é muito comum atender pessoas que não sabem que produto foi utilizado em seu joelho. 

Nos próximos anos, pesquisas futuras sobre os efeitos articulares deverão ser publicadas. Provavelmente, novos produtos deverão ser lançados no mercado, visando cada vez mais, benefícios biológicos e mecânicos à cartilagem, bloqueando a evolução da doença. 

REFERÊNCIAS
1. Wang CT, Lin YT, Chiang BL, Lin YH, Hou SM. High molecular weight hyaluronic acid down-regulates the gene expression of osteoarthritis-associated cytokines and enzymes in fibroblast-like synoviocytes from patients with early osteoarthritis. Osteoarthritis Cartilage. 2006;14(12):1237-47. 

2. Takeshita S, Mizuno S, Kikuchi T, Yamada H, Nakimi O, Kumagai K. The in vitro effect of hyaluronic acid on Il-1ß production in cultured rheumatoid synovial cells. Biomed Res. 1997;18(3):187-94. 

3. Peyron JG, Balazs EA. Preliminary clinical assessment of Na-hyaluronate injec- tion into human arthritic joints. Pathol Biol (Paris). 1974;22(8):731-6. 

4. Bagga H, Burkhardt D, Sambrook P, March L. Longterm effects of intraar- ticular hyaluronan on synovial fluid in osteoarthritis of the knee. J Rheumatol. 2006;33(5):946-50. 

5. Yasuda T. Hyaluronan inhibits prostaglandin E2 production via CD44 in U937 human macrophages. Tohoku J Exp Med. 2010;220(3):229-35. 

6. Sasaki A, Sasaki K, Konttinen YT, Santavirta S, Takahara M, Takei H, et al. Hyaluronate inhibits the interleukin-1beta-induced expression of matrix metal- loproteinase (MMP)-1 and MMP-3 in human synovial cells. Tohoku J Exp Med. 2004;204(2):99-107. 

7. Smith MM, Ghosh P. The synthesis of hyaluronic acid by human synovial fibroblasts is influenced by the nature of the hyaluronate in the extracellular environment. Rheumatol Int. 1987;7(3):113-22. 

8. Gomis A, Pawlak M, Balazs EA, Schmidt RF, Belmonte C. Effects of different molecular weight elastoviscous hyaluronan solutions on articular nociceptive afferents. Arthritis Rheum. 2004;50(1):314-26. 

9. 1Gomis A, Miralles A, Schmidt RF, Belmonte C. Intra-articular injections of hy- aluronan solutions of different elastoviscosity reduce nociceptive nerve activity in a model of osteoarthritic knee joint of the guinea pig. Osteoarthritis Cartilage. 2009;17(6):798-804. 

10. Kato Y, Mukudai Y, Okimura A, Shimazu A, Nakamura S. Effects of hyaluronic acid on the release of cartilage matrix proteoglycan and fibronectin from the cell matrix layer of chondrocyte cultures: interactions between hyaluronic acid and chondroitin sulfate glycosaminoglycan. J Rheumatol Suppl. 1995;43:158-9. 


Cervicalgia pode ser sintoma da Artrose

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A coluna cervical é o segmento mais móvel de toda a coluna vertebral. A região é submetida a um grande número de agressões e pressões, a exemplo do peso da cabeça, esforços ao nível dos membros superiores, posturas de trabalho, esporte, sono e incidência do estresse.

A coluna cervical é subdividida em superior, sendo composta de atlas (C1) e axis (C2), e inferior que começa em C3 e termina em C7. A cervical superior tem uma mobilidade mais baixa comparada com a inferior, que possui larga amplitude de movimento. Essas diferenças geram desalinhamentos articulares e sobrecargas musculares, provocando alteração da biomecânica.

Os músculos do pescoço podem ser contraídos por a má postura, especialmente quando se trabalha no computador ou na mesa.  Muita gente tem os ombros levantados porque eles têm uma forte tensão muscular no músculo trapézio e no levantador da escápula.

A artrose é uma das causas mais comuns de dor cervical que afeta principalmente as pessoas com mais de 50 anos.

A artrose ou espondilose cervical é a degeneração das articulações da coluna vertebral e dos discos que se encontram entre as vértebras. É uma causa comum de dor cervical persistente.
Os idosos são os que mais sofrem por causa da idade.
Esse distúrbio é chamado de espondilose cervical.
No entanto, a maioria das pessoas com mais de 50 anos de idade tem um certo grau de degeneração da coluna vertebral (espondilose), mas não sentem dor cervical.
Os sintomas da artrose cervical são
  • Dor e rigidez pior na parte da manhã, depois de um esforço e quando o tempo muda
  • Rigidez
  • Limitação de movimento
  • Rangidos ao virar o pescoço.


O tratamento inclui a correção da postura e um programa de exercícios posturais.  A grande maioria dos episódios de dor cervical melhora com o tempo e pode ser tratada sem cirurgia.

A Fisioterapia na Cervicalgia torna-se uma grande aliada nesse tratamento, principalmente para a melhora da postura e diminuição do quadro álgico.

Paracetamol não funciona contra artrose, diz estudo

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Amplamente prescrito às pessoas que sofrem de artrose, o paracetamol não permite aliviar de maneira eficaz as dores ou melhorar as capacidades físicas – é o que diz um estudo publicado nesta sexta-feia pela revista médica The Lancet. O estudo conduzido sobre 22 tratamentos ao todo – diferentes doses de paracetamol e sete medicamentos anti-inflamatórios – mostrou que o paracetamol não apresentava "eficácia clinicamente significativa" mesmo que seja "um pouco melhor" do que um placebo.

A artrose é uma doença inflamatória que gera dores, inchaços, atrofias e uma perda do funcionamento das articulações. Ela atinge quase 10% dos homens e 18% das mulheres com mais de 60 anos. O medicamento que se mostrou mais eficaz contra as dores ligadas à artrose foi o anti-inflamatório diclofenaco a uma dose de 150mg/dia, à frente de outros anti-inflamatórios como o ibuprofeno, o naproxeno e o celecoxibe. 

Estes anti-inflamatórios não-esteróides (AINEs) não podem ser prescritos por longos períodos de tempo, já que possuem efeitos colaterais importantes - problemas digestivos, cutâneos ou cardíacos. 

– É por isso que o paracetamol normalmente é prescrito mais do que os anti-inflamatórios não-esteróides para gerar as dores a longo prazo, mesmo que nossos resultados sugiram que ele não é eficaz, não importando a dosagem, para aliviar a dor provocada pela artrose – aponta Sven Trelle, médico da universidade de Berna que dirigiu o estudo. 

O estudo consistiu em recuperar dados obtidos com 60.000 pacientes que participaram de testes clínicos cujos resultados foram publicados entre 1980 e 2015. Hoje, na maior parte dos países, as recomendações são prescrever inicialmente paracetamol aos pacientes que sofrem de artrose e, caso seja necessário, um anti-inflamatório não-esteróide. 

Num comentário anexado ao estudo, Nicholas Moore, do departamento de farmacologia da Universidade de Bordeaux, aponta que o "resultado não é completamente inesperado (...) a eficácia do paracetamol jamais foi estabelecida ou quantificada para as doenças crônicas e é provavelmente inferior ao que muitos imaginavam". 

– A única preocupação é uma sobredose – ressaltou.

O paracetamol é muito tóxico para o fígado em caso de sobredose, mas pode também excepcionalmente ter efeitos cutâneos ou hematológicos em doses mais fracas.